sábado, 19 de dezembro de 2009
Fim de ano,não dos tempos!
É bem provável que o mais adequado para nós seja escolhermos um dos nossos locais preferidos,e são tantos,pode ser a cama,a chaise longue,o bar ou a grama e deixar a conversa fluir naturalmente.Não será necessário pergunta alguma,todo esse tempo não transcorreu,apenas passou como se fosse um espaço amnético,podemos até descontá-lo na idade.E não sendo nada perguntado igualmente não haverá necessidade de respostas,pois se houvesse,qualquer uma,causaria em cada um de nós uma profunda frustração de não ter estado juntos quando assim o queriamos.Por isso esse tempo não existiu e é melhor que assim seja.Não haveremos de querer saber de nosso passado recente,mas haveremos de querer desenhar o futuro que se avizinha.Para recomeço de conversa,entendo que é o caminho.Um final de ano melhor.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Valorização indevida!
Vários cronistas comentaram de forma bastante simpática e de certa maneira valorizaram a frase que o PRESIDENTE DA REPÚBLICA utilizou para caracterizar a penúria do povo brasileiro,que não tem sequer moradia própria.Até ai,nada demais,é próprio dele e de seu nível intelectual,não que os mais cultos não falem palavrões,mas é desconhecimento da repercussão que tem qualquer coisa falada por um alto mandatário.No meu entender,quem diz para alguém que este está na merda,está na realidade ofendendo e desmoralizando.O que espero é que sendo estimulado a continuar utilizando palavras desapropriadas o sr.Presidente não enverede por avançar em termos mais chulos,que até podem dizer por si mesmo, mas nào por um povo todo.Talvez a palavra seja a melhor definição para seu governo.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Coisas que intrigam!
Penso,penso e não consigo sequer imaginar porque as pessoas,quase todas,falam tanto ao celular e de onde tiram tanto assunto?Me causa também,sei lá,uma certa sensação de angústia ,a impressào que tenho de que no bom da conversa a bateria acabe,mas não, e fico a sonhar que talvez un dia a bateria do meu celular dure horas e horas,tal como essa dos celulares que observo.Outra coisa que me chama atenção é a febre do chimarrão.Em tudo que é lugar há gente com térmica e cuia na mão,no cinema,no futebol,no super,na rua,na praia,até em velório.Bah,eu sempre considerei que chimarrão é algo que tem de ter uma preparação,uma execução e um desdobramento peculiar,tipo uma cumplicidade entre as pessoas que o tomam.Que tem de ser sorvido com calma,bem acomodado e bem acompanhado.Daqueles dos quais me aproximei e olhei para a cuia era uma água lavada,que já não era chimarrão há bom tempo.Nessas ocasiões é automática a comparação com os franceses que fazem do prazer de beber vinho um ato solene e único.Talvez seja a forma de cada cultura valorizar seus costumes,suas preferências.
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